segunda-feira, fevereiro 04, 2002

Bom, acho que tenho algumas novidade. E até são boas... Mas não vou comentá-las aqui. Não vejo sentido. Tem outras coisas que queria comentar aqui. Quer dizer... nem sei se quero. Até porque eu não estou entendendo bem o que está acontecendo. Tem uma parte que eu entendo bem, porque já me aconteceu antes... e não tem sido nada bom... Mas eu não sei o que realmente acontece dessa vez. Queria saber... pra parar de sentir medo. Tá foda, né? Tá ficando confessional demais isso aqui. Então não vou mais escrever nada. Ah! Ontem eu fui pra festa do Enquanto isso... Um bloco de Carnaval onde as pessoas saem fantasiadas de super-heróis, foi bem legal a festa. Foi divida em duas partes, uma extremamente legal e calma e outra bem legal e agitada... Com grande diferenças entre as duas... mas na verdade a diferença estava em mim, sabe? Tá foda, né? Vou parando por aqui.

terça-feira, janeiro 29, 2002

Neruda para tirar de tempo:

XLIV

SABRÁS que no te amo y que te amo
puesto que de dos modos es la vida,
la palabra es un ala del silencio,
el fuego tiene una mitad de frío.

Yo te amo para comenzar a amarte,
para recomenzar el infinito
y para no dejar de amarte nunca:
por eso no te amo todavía.

Te amo y no te amo como si tuviera
en mis manos las llaves de la dicha
y un incierto destino desdichado.

Mi amor tiene dos vidas para amarte.
Por eso te amo cuando no te amo
y por eso te amo cuando te amo.

Retirado do livro Cien Sonetos de Amor

Clássicos do cancioneiro popular:

I Started A Joke

I started a joke, which started the whole world crying,
but I didn't see that the joke was on me, oh no.

I started to cry, which started the whole world laughing,
oh, if I'd only seen that the joke was on me.

I looked at the skies, running my hands over my eyes,
and I fell out of bed, hurting my head from things that I'd said.

Til I finally died, which started the whole world living,
oh, if I'd only seen that the joke was on me.

I looked at the skies, running my hands over my eyes,
and I fell out of bed, hurting my head from things that I'd said.

'Til I finally died, which started the whole world living,
oh, if I'd only seen that the joke was one me

domingo, janeiro 27, 2002

Esse blog tá paradão, né?
Fazer o que? A vida é assim mesmo... Porque o blog tem que ter um monte de coisas escritas e fotinhos legais se a vida não tem tanta coisa assim. Vou parar por aqui que fica parecendo uma adolescente reclamona... Bom, na verdade eu não estou reclamando, talvez dando uma desculpa... mas enfim... Eu disse que ia continuar falando aquelas coisas sobre discos de rock que eu gosto, mas não estou afim agora. Vou escrever sobre outra coisa e talvez me achem retardado por isso.

O tópico agora é Cenas inesquecíveis de seriados de TV

Vou começar com uma que acho fabulosa e termina com a seguinte frase - "Nem tudo na vida é por sua causa, Mulder". Já deu pra sacar qual o seriado... por isso nem vou dizer o nome para poderem me chamar de metido, aqueles que não sabem do que se trata. É linda essa cena. Os agentes do FBI estão no escritório que os dois dividem, Scully está olhando para uma pétala ressecada que ela encontrou num memorial que tem os nomes dos soldados mortos no Vietnã, eu acho, e Mulder está comentando sobre o último caso no qual a própria agente estava envolvida. Ela arrumara um namorado que tinha uma tatuagem estranha que provocava alucinações ergóticas. Aí o idiota pergunta para ela se ela tinha se metido naquilo tudo porque ele não tinha colocado a plaquinha com o nome dela na mesa. Aí ela diz aquela frase do começo do texto... "Essa é minha vida" ela diz depois que Mulder retruca alguma coisa. Isso tudo porque às vezes é foda a gente perceber que não está sendo o personagem principal dos acontecimentos importantes da nossa vida... e isso tudo também porque é difícil perceber outras razões nas vidas das pessoas que a gente gosta que não dizem respeito a gente... o que é igualmente foda.
Também tem uma cena de Friends que Joe diz que foi chamado para ensinar uns bailarinos de um musical e Chendler pergunta se ele sabe dançar e ele faz uma dança muito estúpida, parecida com aquelas que se faz ao som de música 'alternativa'... Chandler sai da sala aterrorizado e indignado. Muito engraçada a cena. Isso tudo porque às vezes a gente não tem trabalho e tem que pegar o que aparecer pela frente... e isso tudo porque a gente não sabe como dança ridículo até um amigo ter uma reação exagerada...

sábado, janeiro 26, 2002

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